Dr. Rath Health Foundation

Responsibility for a healthy world

Factos e Ficçao sobre a pandemia da gripe suína em 2009

Um medo global sobre a pandemia da gripe suína que começou em Abril do ano passado trouxe muitas e importantes decisoes económicas e políticas que afectaram quase todos os países do mundo. Esta ameaça é real? Ou foi uma campanha largamente orquestrada para tomar posse e dominar os sistemas de saúde dos países pelo mundo fora? Leia e compreenda alguns assuntos importantes que deverao ajudar a responder a estas questoes.

Gripe suína – Realidade da sua ocorrencia, impacto e consequencias públicas

Voce pode manter a sua atençao nisso….

Nós estamos familiarizados com a gripe sazonal que aparece todos os anos durante cada inverno ou no princípio da primavera, quando os nossos corpos estao enfraquecidos por estarem tantos meses fechados dentro das casas, protegidos do meio ambiente exterior, com pouca exposiçao solar, insuficiente actividade física e dietas menos ricas.

Na última década os perigos de uma infecçao viral global tem aparecido noticiadas na imprensa regularmente a cada 3 anos. Por isso, seis anos atrás a imprensa alertou toda a gente sobre o perigo da pandemia SARS, seguida tres anos atrás pela gripe das aves, e depois a gripe suína. Felizmente estas pandemias nao disseminaram pelo mundo inteiro mas ficaram confinadas só a alguns países. Talvez os nossos anúncios públicos divulgados no “New York Times” revelando os motivos verdadeiros destas ameaças tenham contribuído para esclarecer e reduzir os medos das pessoas.

A pandemia da gripe suína era um perigo real?

Se voce se baseia somente em informaçao divulgada na imprensa voce vai ficar facilmente confundida/o. De facto, em Maio de 2009 a Organizaçao Mundial de Saúde ( WHO ) até declarou que o surto de gripe suína tinha passado e já nao havia perigo imediato de disseminar pelo mundo. No entanto, um mes depois (Junho de 2009), depois de uma vaga de opinioes de médicos especialistas predizendo novos surtos do vírus da gripe suína, a WHO reviu as suas declaraçoes dizendo que a pandemia da gripe suína (também conhecida por H1N1 2009 influenza). Claro, isto colocou uma grande pressao nos governos de muitos países para mobilizarem recursos e estar preparados para enfrentar as operaçoes de combate a pandemia com drogas e vacinas, começando a veicular-se a mensagem que toda a gente tinha que se vacinar, etc.

As estatísticas sobre a gripe constituem informaçao correcta?

  • A confiança nos relatórios da pandemia questionada

    As terríveis previsoes da gripe suína ( ou suína ) sao baseadas nos relatórios da gripe suína H1N1 de casos em países diferentes. A WHO ( organizaçao mundial de saúde ), que reúne esta informaçao, garante-nos que todos os relatórios reportados de casos de gripe foram confirmados em laboratório como gripe suína e nao foram casos de gripe regular sazonal que também tem os mesmos sintomas. No entanto, ao mesmo tempo, a WHO admite que em muitos casos os relatórios nao confirmam porque nao há requerimentos para testar se o vírus é o H1N1 2009 ou mesmo para reportar se há mais casos. Isto nao lhe faz confusao? Eu penso que toda a gente fica confusa com isto. Isto significa que o numero de infecçoes pode ser maior ou menor, e nao se pode excluir que possa ter sido gripe sazonal ou gripe.

  • Mortes por gripe sazonal, estatísticas sob escrutínio:

    Problemas com estatísticas nao se limitam aos casos relacionados com a gripe suína, porque também houve preocupaçoes anteriores relacionadas com estatísticas de casos de mortalidade relacionadas com a gripe sazonal.

  • A extrapolaçao de informaçao anterior sobre pandemias destas aplica-se hoje?

    Em muitos comentários a mortalidade da pandemia de 1918 é dada como um exemplo do que pode ter acontecido com o espalhar das infecçoes da gripe suína. No entanto, baseados sobre o que foi observado até ao momento, a severidade da gripe suína nao é extremamente alta. Em acréscimo, tais comentários nao mencionam que a infecçao de 1918 talvez tenha sido despoletada pela Guerra e as condiçoes de vida de entao como a falta de acesso ao abastecimento de água, nutriçao e ar puro tal como a falta de antibióticos para tratar as infecçoes virais derivadas da gripe. Simples medidas de higiene públicas podem limitar a disseminaçao da infecçao mais efectivamente do que as drogas ou vacinas.

Focando a atençao nas pandemias de gripe suína distraímo-nos dos verdadeiros problemas na área da saúde que afectam a populaçao humana

A campanha a gripe suína está assombrando outros problemas urgentes que as pessoas em todo o mundo enfrentam hoje, e pior, está diminuindo os recursos financeiros necessários para a combater. Condiçoes de vida em pobreza, fome e má nutriçao afectam pessoas vivendo no mundo desenvolvido todos os dias e estes locais sao terrenos propícios nao só para a gripe suína mas também para outros vírus e bactérias ou doenças parasitas que causam milhoes de mortes anuais. Estas despesas podem ser reduzidas nao criando novas drogas farmaceuticas mas redireccionando os recursos financeiros que agora suportam as multinacionais farmaceuticas para melhorar as condiçoes de vida, acesso a água potável, alimentos nutricionais e suplementos, educaçao com vista a aplicar estas e outras medidas simples naturais e de baixo custo.

Só cerca de 300 milhoes de dólares sao necessários para eliminar a deficiencia em Ferro ou Vitamina A no mundo desenvolvido. Estes micronutrientes sao essenciais para o sistema imunitário funcionar e pode ser providenciado através de suplementaçao ou o enriquecimento na produçao dos alimentos. O custo deste projecto representa uma pequena fracçao do que o rendimento do mercado mundial farmaceutico documentado em 2008 pela quantia de 773 bilioes de dólares. A maior parte desta quantia foi feita vendendo drogas ( medicamentos ) ineficazes para as naçoes especialmente as que sofrem de má nutriçao e deficiencias em vitaminas.

Uma ameaça por uma pandemia dá luz verde ao negócio da droga

A ameaça de uma epidemia de gripe suína resultou numa acçao publica de oficiais da saúde dedicados em implementar estratégias preventivas e fabrico de vacinas e drogas anti-virais disponíveis para largas quantidades de populaçao mundial. Por isso, os governos começaram a armazenar grandes quantidades de drogas e alterando as leis sobre as novas vacinas contra a gripe suína. Já foram removidas várias portarias e decretos que inibiam os governos de implementar abordagens rápidas para testes de vacinas anti-gripe e dispensando várias drogas anti-virais fechando a vista á segurança e ao ajuste de doses próprias. Ao mesmo tempo, avisos foram emitidos contra a promoçao de vitaminas e outros produtos naturais que combatem a gripe suína.

O medo de uma pandemia – Método efectivo para estrangular as economias de muitos países

Os custos financeiros associados com as preparaçoes para combater a pandemia sao enormes. Desde 2004 que o governo dos Estados Unidos pagou a empresas farmaceuticas cerca de 7.9 bilioes de dólares para desenvolver a capacidade de vacinar massivamente toda a populaçao dos Estados Unidos em 2011. Este plano incluía o estruturar da capacidade de produçao para fornecer toda a populaçao dos Estados Unidos e armazenar suficientes vacinas para inocular 20 milhoes de pessoas o mais rápido possível logo após o lançamento da epidemia. Neste momento, foram dirigidos 9 bilioes de dólares para combater a gripe suína.

O custo financeiro para armazenar as vacinas é também muito alto, existem cerca de 22.5 milhoes de doses do antigénio da H5N1 ( gripe das aves ) que foram armazenados pensando numa epidemia que nunca aconteceu. O custo de manter só duas vertentes do H5N1 a circular pelo mundo é de cerca de 2.2 bilioes de dólares por ano. Uma vez que as vacinas da gripe expiram depois de 2 anos, cerca de 15 milhoes de doses já expiraram ou expirarao brevemente.

Tudo isto é um fardo muito pesado para a doente economia dos Estados Unidos, mas isso tem um impacto muito maior nos recursos financeiros da maioria dos países do mundo desenvolvido. Uma acçao de relaçoes públicas orquestrada para disseminar o medo no meio das pessoas permite ás multinacionais farmaceuticas de expandir os seus negócios e manter até os políticos mais responsáveis e crentes reféns da ditadura farmaceutica.

Drogas anti-gripe e vacinas estao associadas com riscos para a saúde

As drogas anti-virais sao efectivos e seguros contra a gripe suína?

Actualmente, quatro drogas farmaceuticas sao recomendadas para o tratamento da gripe e para prevenir infecçoes virais. As “adamantanes” (Amantadine e Rimantadine) e a mais nova classe de inibidores da “neuraminidase” (Zanamivir - Relenza e Oseltamivir - Tamiflu).

  • Adamantanes nao sao eficientes contra o vírus da gripe suína, e, quando usadas contra outra infecçao do tipo Influenza A (a gripe sazonal) foram associadas com efeitos colaterais tóxicos e o desenvolvimento de vírus resistentes ás drogas.
  • O Tamiflu e o Relenza bloqueiam a funçao de uma proteína viral, a neuraminidase, que é necessária para um vírus deixar as células e vazar dentro dos tecidos pulmonares. Estas drogas precisam ser administradas muito cedo (dentro de 12 horas até 2 dias) com vista a esperar nenhuns efeitos. No entanto, a eficácia destas drogas nao foram impressivas: Estudos com o Tamiflu conduzidos em crianças e idosos mostraram uma reduçao da doença de um só dia, estas drogas nao sao aprovadas para crianças menores de 1 ano ou mulheres grávidas.

Os efeitos colaterais do Tamiflu incluem maioritariamente náuseas e vómitos. Outras reacçoes adversas foram identificadas baseadas em relatórios comerciais para uso com esta droga. Estes relatórios sao só voluntários e incluem muitos aspectos desconhecidos, portanto, a frequencia da ocorrencia destes efeitos colaterais nao é certo. Estes efeitos incluem inchaço da face e da língua, alergia, comichao, hepatite, testes hepáticos anormais, arritmia, tremores, agravamento da diabetes e muitos outros. Toxicidade, efeitos colaterais perversos e o desenvolvimento de resistencia ás drogas de prevençao da gripe.

Existe informaçao limitada sobre a eficiencia destes quatro agentes anti-virais para prever as complicaçoes sérias relacionadas com o vírus da Influenza (pneumonia bacteriológica ou viral ou exacerbaçao de doenças crónicas), porque estes foram testados sobretudo em pacientes com infecçoes gripais nao complicadas. Nao é conhecido o quanto eficiente eles actuam em pessoas que estao com alto risco de complicaçoes sérias derivado do Influenza. Só alguns estudos com estas drogas foram feitos no meio de crianças, especialmente crianças menores de 1 ano. Também nao se sabe se a disseminaçao do vírus foi suprimida de pessoa para pessoa (com ou sem apoio médico).

Expondo pacientes a mais riscos por testes de medicamentos inadequados

O Tamiflu e o Relenza podem causar muitos efeitos colaterais quando tomados oralmente, mas agora, os seus fabricantes (Roche e GlaxoSmithKline) estao pressionando a autoridade da alimentaçao e das drogas farmaceuticas (FDA) dos Estados Unidos para aprovarem rapidamente uma nova formulaçao destas drogas por via intravenosa. Estas decisoes incluirao também a consideraçao de uma nova experimental, a Peramivir, fabricada pela BioCryst Pharmaceuticals. Chamando ao vírus H1N1 pandemia e "uma ameaça séria á nossa naçao" é como que dizer que eles conseguiram o que pretendiam.

Isto significa que a aplicaçao intravenosa destas drogas é aprovada sem a eficácia e segurança requerida nos testes, e pode colocar muitas pessoas em risco grave, especialmente se estas drogas forem dadas a pessoas que já estao seriamente doentes. De acordo com a descriçao do produto o Tamiflu para tomada via oral os seus efeitos sao desconhecidos “em pacientes com condiçao médica suficientemente severas ou instáveis para serem considerados risco iminente e requerendo hospitalizaçao”. Portanto, é perfeitamente possível de que a versao intravenosa desta droga dada a pessoas doentes possa agravar e colocar suas vidas em risco ainda mais do que a própria gripe.

Acelerando o impacto dos efeitos colaterais das drogas

Fornecer drogas a um largo número de pessoas, tal como aconteceu com a ameaça da pandemia da gripe, iria potenciar os riscos adversos dos efeitos colaterais - reforçada pelo facto de que a gripe suína parecer ser demasiado leve (taxa de mortalidade de 0.03%) e que o sistema imunitário da maioria das pessoas pode ultrapassar esta infecçao. E também porque o espalhar do costume de usar estas drogas pode levar ao desenvolvimento de resistencias aos medicamentos - este já é o caso do subtipo de vírus Influenza H1N1 que nos últimos anos se tornou resistente ao Tamiflu. (Science 2009; 323 (5918): 1162-1163). Também pode ser notado que o Influenza A sao virus resistentes ás drogas anti-virais Adamantine e Rimantadine podem emergir muito rápido - dentro de 2 ou 3 dias depois do início da terapia com estas drogas. (Curr Top Microbiol Immunol 1992; 176: 119-130)

Como é que as vacinas actuam no nosso corpo

As vacinas estao a ser usadas para estimular o sistema imunitário nos nossos corpos, atacando-os com agentes infecciosos como os vírus. As vacinas tradicionalmente contem um vírus (antigénio) que foi enfraquecido ou morto, para servir de gatilho á iniciativa do corpo para estabelecer a maravilhosa resposta imunitária. Para além disso, algumas vacinas contem outras substâncias que estimulam o sistema imunitário conhecidas como “adjuvantes” ( em Latim “ajuda” ) bem como condicionantes.

As vacinas sao supostas estimular o sistema imunitário sem causar sérios danos ao seu hospedeiro (nós), portanto quando o patógeno real infecta a pessoa, o sistema imunitário responde rapidamente e bloqueia a sua disseminaçao no corpo. No entanto, as vacinas tem um uso limitado para tratar pacientes que já foram infectados. Elas sao ineficazes contra os vírus mutantes rápidos como o Influenza (é por isto que as vacinas da gripe sazonal sao actualizadas todos os anos).

Como é que o corpo responde á vacinaçao

Desde que o objectivo principal da vacinaçao seja o activar da resposta imunitária, imensos efeitos colaterais adversos resultam dessa infecçao (vacinaçao). Estes estao separados em duas reacçoes, “local” e “geral”.

  • Reacçoes locais vao desde a dor á inflamaçao da zona da picada, vermelhidao, inchaço, abcesso, ulceraçao. Estes sao processos transitórios e nao duram mais do que alguns dias causando simples incómodo.
  • Reacçoes gerais afectam o corpo inteiro e incluem náuseas, febre, desenvolvimento de sintomas artríticos, reacçoes alérgicas diversas, toxicidade em certos órgaos específicos anafilaxia (reacçao alérgica mais grave reconhecida nas urgencias hospitalares), imunosupressao e induçao das doenças auto-imunes (aumento). (Allison AC, Byars NE. Adjuvantes imunitários: propriedades desejáveis e efeitos colaterais adversos. Mol Immunol 1991; 28(3): 279–284; Waters RV, Terrell TG, Jones GH. Uveite induzida em ratos por dipeptídeos muramilo. Infect Immun 1986; 51(3): 816–825).

Enquanto algumas reacçoes gerais como a alergia e a anafilaxia podem ser activadas pelo antigénio, outras, como a artrite, podem ser causadas directamente ou exacerbadas pelo adjuvante. Pode por isso dificultar o processo de identificaçao das reacçoes adversas resultantes da acçao do antigénio, ou resultante do adjuvante, ou de ambos.

Porque é que os adjuvantes sao usados nas vacinas

Os adjuvantes sao adicionados para extrapolar a resposta imunitária em doses pequenas de antigénios virais. Isto permite administrar melhor as quantidades de antigénios produzidos e vender mais doses, mais produto. No entanto, os adjuvantes podem gerar adicionalmente mais problemas de saúde e mais reacçoes adversas complicadas.

No caso de tratamento de doenças sérias, doses ínfimas de antigénio podem beneficiar as pessoas permitindo que hajam mais vacinas (porque a matéria prima está a ser gerida sobejamente), no entanto, ao mesmo tempo, isto também aumenta os riscos para as pessoas. No caso de uma pandemia da gripe suína antecipada - o que até ao momento teve um impacto reduzido na saúde - esta acçao de tentar vacinar massivamente as pessoas parece mais motivada por “interesses comerciais” do que os interesses pela saúde.

Perigo dos adjuvantes

Os adjuvantes considerados para serem usados nas vacinas da gripe suína incluem o “Alum” e o “Squalene”. Ambas substâncias podem activar sérias reacçoes adversas no nosso corpo. Actualmente, enquanto algumas vacinas sao feitas com Squalene, outras nao contem nada.

Perigos dos adjuvantes: liçoes a tirar da história

Em 1976 o surto da gripe obrigou a vacinar cerca de 40 milhoes de pessoas com uma vacina contra a gripe suína inadequada (contendo Squalene) e nao testada. Complicaçoes sérias que afectaram o sistema nervoso das pessoas vacinadas também originaram subsequentemente o desenvolvimento de uma condiçao conhecida como “Síndroma de Guillain Barre” (GBS), resultando no fim da campanha com a retirada de todas as vacinas do mercado (mas aquelas pessoas nunca mais foram as mesmas).

Alguma vez saberemos a verdade?

Os testes da vacina contra a gripe suína com novos adjuvantes em pessoas é curta (cerca de 4 semanas) antes da vacinaçao em massa começar. No entanto, as reacçoes auto-imunes acontecem meses depois, por exemplo, a manifestaçao do GBS (síndroma de Guillain Barre) levou entre 4 a 8 semanas. Além disso, a potencial variedade de reacçoes adversas desta vacina sao muitas, portanto, será muito difícil dizer quais destas reacçoes serao antes de muitos milhoes serem vacinados, o que coloca a questao, quem se arrisca?

Na Inglaterra parece que os serviços de saúde estao cientes destes riscos porque eles criaram um sistema de vigilância (cerca de 600 cartas de neurologistas foram enviadas em Agosto deste ano) para detectar imediatamente todos os casos de GBS. Infelizmente, no entanto, os riscos nao começam nem acabam com o GBS.

Nós nao temos conhecimento de sistemas de vigilância de saúde em ligaçao com vacinas da gripe noutros países. Em 15 de Setembro a FDA (“food and drugs administration” dos Estados Unidos) aceitou 4 vacinas novas que estariam disponíveis em meados de Outubro, primariamente para vacinarem grávidas, lactentes, crianças e pessoas com doenças. A pressao para vacinaçoes em massa está a crescer. Ainda é uma acçao voluntária mas estao a ser tomadas medidas para muito em breve este processo ser obrigatório. Ainda há tempo para prevenir esta situaçao se voce estiver preocupado com a sua saúde e dos seus amados e amigos, e fizer algo como suportar assinando petiçoes ou juntando-se aos movimentos com estes fins, como é o caso da Fundaçao da Saúde do Dr Rath (individualmente ninguém pode fazer nada).

Informaçao geral sobre a vacina da gripe suína e o vírus que causa isso

Como posso reconhecer se tenho a gripe suína?

A gripe suína tem os mesmos sintomas que a gripe sazonal Influenza: febre, tosse, dores musculares, garganta dorida e esquisita, problemas intestinais algumas vezes, e outros sintomas. Normalmente estes sintomas duram 2 ou 3 dias mas depois o corpo recupera. A infecçao causada pelo vírus da gripe suína pode ser confirmada em laboratório, comparado com a gripe normal parece que o da gripe suína retém a sua infecciosidade por mais tempo (sempre mais do que 2-3 dias e mais que uma semana). Na generalidade a doença ela própria é relativamente leve, e tal como acontece com a gripe sazonal, a maioria das pessoas ultrapassa isso com muito repouso, bebendo muitos líquidos (água, sumos frescos/naturais, uma dieta rica em vitaminas e outros suplementos de nutrientes essenciais.

Quem está em maior risco de ser afectado com a gripe suína?

A gripe suína tem um impacto maior junto de pessoas com o sistema imunitário deficiente (baixa imunitária) tais como os idosos, crianças pequenas, doentes com cancro, sida, etc. Também sao pessoas de risco aqueles que tomam medicamentos (drogas) supressivas da imunidade (fique atento porque recentes investigaçoes demonstram que as drogas para reduzir o colesterol do sangue podem suprimir o sistema imunitário), pessoas mal nutridas, pessoas com dietas, pessoas muito cansadas, e todos aqueles que sofrem de desordens sanguíneas ou deficiencias em micro nutrientes. Em todos os casos uma infecçao pelo vírus da gripe pode substancialmente enfraquecer e promover outras infecçoes bacterianas como a pneumonia, ou ainda desenvolver outros problemas de saúde.

Já é sabido de todos que as infecçoes aumentam a necessidade de vitamina C, também foi demonstrado que a resposta a uma infecçao obriga ás nossas células brancas a acumular mais moléculas de vitamina C, sendo que o organismo a consome especialmente mais quando está infectado, sendo que as reservas de vitamina C no nosso sistema deve aumentar cerca de 10 x mais, sendo necessário a tomada suplementar desta vitamina bem como de outros nutrientes essenciais. As pessoas sofrendo de infecçoes estao obviamente carentes de vitamina C, e isto contribui para o aumento do risco de ataque cardíaco, asma e outros problemas de saúde. Daí que a suplementaçao de vitaminas e minerais e oligoelementos é imperativa para um sistema imunitário forte e melhor preparado para fazer frente aos ataques dos nossos inimigos invisíveis.

E por isso que os meios naturais de fortalecer o nosso sistema imunitário - tal como boa comida de preferencia biológica, 100% natural, suplementaçao em nutrientes essenciais, viver num ambiente com o ar mais puro possível, actividade física e repouso absoluto sao dados críticos (obrigatórios) para uma prevençao efectiva mas também para uma recuperaçao melhor e mais rápida caso seja infectado por qualquer agente infeccioso. Há vitaminas e outros nutrientes específicos necessários para naturalmente facultar aos processos bioquímicos o controle da nossa resistencia ás infecçoes pelas nossas células, combatendo as multiplicaçoes virais e a sua disseminaçao dentro do nosso corpo.

Eficiencia dos micro nutrientes contra o virus Influenza

Existem realmente alternativas ás drogas tóxicas e anti-virais, por exemplo, vários nutrientes demonstraram que modulam o sistema imunitário ao mesmo tempo que suprimem a replicaçao e disseminaçao dos vírus.

Vários nutrientes sao essenciais para optimizaçao das funçoes imunitárias gerais, e estes incluem as vitaminas C, A, D, E, B6, B12, ácido Fólico, Ferro, Zinco, Cobre e Iodo para as reacçoes imediatas das células para mediarem a imunidade (optimizar as funçoes dos leucócitos, macrófagos/monocitos, células T e o Timo), e as vitaminas A, D, B1, B2, B3, B6, ácido Pantoténico, Biotina, ácido Fólico, Zinco e Cobre para optimizar a produçao de anticorpos (imunidade humoral).

Existem evidencias substanciais científicas que a vitamina C e os aminoácidos Lisina, Prolina e Arginina, a N-acetil cisteína (NAC) e a EGCG (extraída do extracto de chá verde) podem suprimir a multiplicaçao dos vírus nos nossos tecidos.

O virus da gripe pode ser controlado a vários níveis pelos nutrientes:

  1. directamente, afectando o metabolismo de virus específicos e portanto limitar a sua capacidade de se multiplicar e infectar mais células, e
  2. indirectamente, interferindo com a célula a nível individual com vista a interromper o processo de infecçao “célula-a-célula” nos nossos tecidos.

O abordagem que o nosso Instituto faz para controlo do Influenza focou-se no uso de substâncias naturais com particularidades anti-virais potenciais. Uma estratégia eficiente de combate ao Influenza focou-se especificamente na acçao dos micronutrientes e na sua sinergia em controlar a infecçao e a disseminaçao da versao humana do vírus Influenza, sem impor toxicidade ou outros efeitos colaterais no hospedeiro. Esta investigaçao foi dirigida e activada em 1992 pela Publicaçao do trabalho do Dr. Rath.

Esta abordagem demonstrou-se um sucesso na confirmaçao da eficiencia da combinaçao de nutrientes contra o vírus Influenza A (subtipo H1N1). Os resultados mais salientes da nossa investigaçao estao sumarizados abaixo.

Sinergia dos micro nutrientes e o controlo natural da infecçao pelo vírus H1N1

O objectivo principal dos nossos estudos foi avaliar a eficiencia de uma só mistura de micro nutrientes, contendo “ácido ascórbico” (vitamina C), “extracto de chá verde”, “selecçao de selénio e outros micro nutrientes” contra o vírus Influenza A (H1N1) e suas acçoes
  1. actividade de uma enzima associada ao vírus (neuraminidase) requerida para o processo de infecciosidade;
  2. produçao proteína viral (nucleoproteina, NP), um indicador de replicaçao viral, e a
  3. induçao das respostas biológicas essenciais para a invasao extra-celular dos vírus. Estas incluem a secreçao de enzimas digestivas do tecido conjuntivo (metaloproteinases) e invasao viral no ambiente extracelular, indicador da sua disseminaçao. (Fig 1)
Figura 1. Passos na infecçao do Influenza: Os micronutrientes podem ser alvo de múltiplos passos na infecçao de hospedeiros pelo vírus da gripe.

As componentes da mistura de micronutrientes foram escolhidas com base num relatório prévio sobre a actividade inibitória da replicaçao do Influenza e do HIV, bem como a sua habilidade para inibir o crescimento e disseminaçao das células cancerígenas.

Os resultados obtidos mostram que a incubaçao que isolou o H1N1 com a mistura de micro nutrientes resultou numa dose-dependencia da actividade neuroaminidase enzimática em partículas vitais ( Fig 2 ) e a reduçao da infecciosidade viral sobre a infecçao das células hospedeiras.

Figura 2. Infecciosidade viral (actividade enzimática): Os vírus da gripe tem na sua superfície uma proteína (enzima) chamada “neuraminidase”. A enzima neuraminidase autoriza o vírus a separar-se das células infectadas e a infectar outras células. Inibindo ou reduzindo esta actividade torna o vírus ineficazes. A figura abaixo mostra essa incubaçao de uma célula livre do vírus com a mistura de micro nutrientes inibindo a neuraminidase numa dose-dependencia, causando 70% de actividade inibitória na mais alta concentraçao da mistura de micro nutrientes. Em contraste, um só nutriente (ácido ascórbico ou vitamina C) produz só 20% de inibiçao na sua dose máxima, sugerindo que a cooperaçao da mistura de micro nutrientes aumenta a actividade inibitória.

Conclusao: Os nutrientes em sinergia podem inibir a actividade da enzima neuraminidase associada ao vírus da influenza A (H1N1) até 70%.

A aplicaçao desta mistura de nutrientes nas células hospedeiras depois destas estarem infectadas com o vírus conduzido pela dose-dependencia e supressao da replicaçao viral (Figura 3).

Figura 3. Crescimento viral (multiplicaçao): O núcleo central do vírus da gripe contém material genético chamado RNA que é montado junto com uma proteína chamada NP (proteína nuclear). O RNA viral contém todos os genes necessários para a reproduçao viral e a sua sobrevivencia. Nas células infectadas com o virus da gripe, um decréscimo na produçao de NP indica que a multiplicaçao viral está a reduzir. A figura 3 mostra que a aplicaçao da mistura de micronutrientes para infectar as células renais imediatamente depois da infecçao resultou em dose-dependencia e supressao da produçao de NP, com inibiçao completa ocorrendo á mais alta concentraçao testada.

Conclusao: Os micronutrientes podem bloquear completamente a multiplicaçao do vírus da influenza A (H1N1) nas células renais infectadas.

Adicionalmente, na presença destes micro nutrientes, as células infectadas com o vírus reduziram a sua capacidade de produzir as metaloproteinases á sua volta. Isto indica-nos uma reduçao na sua capacidade viral de disseminar e infectar outras células (Fig4).

Figure 4. Disseminaçao viral: Os virus disseminam nos tecidos humanos e atingem a circulaçao sanguínea (vasos sanguíneos) destruindo a barreira de colagénio contida nos nossos tecidos como protecçao. O influenza vírus nao só infecta as áreas pulmonares como também áreas extra pulmonares, o que requer uma membrana baseada em enzimas digestivas de colagénio chamadas metaloproteinases da matrix (MMP-2 e MMP-9). Por limitarem a secreçao destas enzimas, a disseminaçao do vírus pode ser controlada. A infecçao pelo Influenza A foi acompanhada pela secreçao celular de MMP-2 e MMP-9, os níveis de MMP-9 eram mais realçados sobre a exposiçao do indutor químico TPA (Figura 4). O tratamento das células infectadas com a mistura de micronutrientes resultou numa dose-dependencia inibiçao dos dois MMP-2 e MMP-9 numa acçao oposta á induçao de células tal como nas MMP-9 induzidas.

Conclusao: A mistura de micronutrientes pode inibir a secreçao das enzimas digestivas de colagénio MMP-2 e MMP-9 que estao ligadas ao processo de infecçao viral em células infectadas com o Influenza A (H1N1).

A supressao da replicaçao viral foi realçada quando os vírus eram expostos a esta mistura de micronutrientes antes das células estarem infectadas. Este efeito inibitório da combinaçao dos nutrientes foi mais específico no vírus e nao devido a efeitos nao específicos no metabolismo celular.

Em conclusao, estes resultados pré-clínicos que foram obtidos tem importantes implicaçoes para o desenvolvimento de terapias naturais para controlar a infecçao pelo Influenza A.

Eles demonstraram que uma mistura de micronutrientes nao tóxicos tem o potencial para inibir a enzima viral (actividade neuraminidase) em células livres de partículas, e suprime a produçao de nucleoproteínas nas células hospedeiras, e reduz a secreçao de metaloproteinases invasivas celulares ligadas á disseminaçao do vírus.